terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Todo ciúme que há em mim- Sem Cerveja



O ponto alto do nosso amor

Que é platônico e me incendeia

Ao mesmo tempo que causa dor

Me embriaga e te impermeia


Ao contar nossa linda história

Que proibida enlouquece

Não saberia onde começar

Nem um copo de cerveja desce


Eu sei que nunca existiu

É como uma garrafa que me provoca

Não queria que tivesse sido

Mais que meu paladar suporta


Me abstenho do sabor amargo

Que como a cevada, o ciúme causa em mim,

Mas não posso negar que o sinto

Porque ainda não é o fim.

Alguns diriam fim do poema

Mas nessa escrita não tem cerveja

Tenho ciúme dos que bebem sem pressa

Se não tenho tudo melhor que não seja


Quente no verão,

Gelada no inverno,

Se não entendeu esse poema

Então vá para o inferno.