Saudades da época em que tudo era mais fácil e meus problemas eram tão pequenos que eu os transformava em gigantes.
Saudades de quando tudo era tão simples que a simplicidade se tornava chata e complicada.
Saudades de quando eu tinha medo de arriscar ou de me expressar. E de quando era ingênua e doce.
Saudades da minha cabeça no chão.
Saudades das faltas de tragédias ao meu redor.
Saudades de alguns rostos felizes que me acompanhavam.
Saudades, saudades e saudades.
Mas como tudo um dia chega ao final, o passado tem que ser colocado no lugar dele. E eu devo seguir em frente, mesmo com a saudade sufocando o meu peito.